8 de novembro de 2012

Participação na ARTIGO - Feira de Arte Contemporânea, RJ - 2012

Com Marilia Loschi, que adquiriu a obra "S/ título, Série Janelas" (140x90cm) 2012, exposta anteriormente na coletiva "Experiência Pintura", na EAV-Parque Lage (RJ).
Com o galerista Luiz Fernando Landeiro [esq.] e o colecionador Beto Silva [centro], que adquiriu um dos desenhos da Série "Janelas" (2012), exposto anteriormente na coletiva "Afinidades: a escolha do artista", na galeria Caza_Arte Contemporânea (RJ)
Com o galerista Luiz Fernando Landeiro, da Galeria Luiz Fernando Landeiro, Salvador [BA].






Stand da Galeria Luiz Fernando Landeiro [Salvador, BA] na Artigo, com trabalhos da série "Janelas" [esq.] e os trabalhos dos artistas Marcelo Jácome, Alessandra Vaghi e Bruno Miguel .

 

 
Eu e as galeristas Úrsula Tauz [esq.] e Letícia Tandeta [dir.] da FaceArte Galeria [RJ]


Trabalhos da Série "Janelas" [2012]
expostos no stand da Galeria Luiz Fernando Landeiro
[Salvador, BA].


Trabalho da Série "Lutadores" [2011] à esq.,
no stand da FaceArte Galeria
[Rio de Janeiro, RJ].



 

1 de novembro de 2012

ARTIGO - Feira de Arte Contemporânea [convite]



 
 
Convido os colegas a comparecerem à abertura da ARTIGO - Feira de Arte Contemporânea, que ocorrrerá entre 8-11 de novembro, no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro.
 
Estarei com trabalhos de pintura das séries "Lutadores" [2010], "Silêncios" [2011] e "Janelas" [2012], respectivamente, nos estandes da FaceArte Galeria [Rio de Janeiro] e Luiz Fernando Landeiro Galeria [Salvador].
 
A abertura para convidados será no dia 7/11, entre 17h-22h, conforme convite ao lado.
 
Abç, Fabiano Devide.

17 de outubro de 2012

30a Bienal/SP - As práticas corporais e a ludicidade nas obras de Arthur Bispo e a "constelação" de Péres-Oramas


Manto da apresentação
Arthur Bispo do Rosário
[artista homenageado]
A 30ª Bienal/SP tem curadoria de Luis Pérez-Oramas e possui como tema “A iminência das poéticas”. Homenageando Arthur Bispo do Rosário, a mostra é constituída por 111 artistas e cerca de três mil obras expostas nos três andares do Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, até 9 de dezembro de 2012. A expografia da mostra apresenta grupos de obras de um mesmo/a artista, como pequenas mostras individuais, ao redor da obra do artista homenageado, conferindo uma ideia de “constelação” relacional entre todos/as.


Há dois anos publiquei um post sobre a presença do “lúdico” em alguns trabalhos que vi na Bienal de São Paulo e na Paralela, em 2010. Passados dois anos, minha investigação artística seguiu outros caminhos, mas meu olhar permanece sensível para a experiência estética de confronto com a obra de arte que tematiza de forma contundente ou periférica, práticas corporais representadas pela ginástica, pela brincadeira, pelo jogo, pelo esporte, pela dança etc.

Por isso, publico novamente aquele post de 2010 [abaixo], tecendo algumas ressalvas: 1. Algumas imagens apresentadas a seguir são fragmentos de algumas obras e por isso apresentados/as lado a lado [fragmento e obra]; 2. O deslocamento da imagem de um trabalho do conjunto dos demais apresentados na 30ª Bienal/SP interfere significativamente na produção de sentido sobre o mesmo, posicionado de forma intencional na expografia da Bienal. Nesse sentido, minha intenção primeira segue na direção de pôr em foco alguns fragmentos ou obras expostas que tematizam as práticas corporais, mais do que apresentá-las como síntese do pensamento dos seus/suas artistas.


 

Frédéric Bruly Brouabré
Costa do Marfim

Nydia Negromonte
Lima, Peru
Barrado [argila crua sobre a parede] e A Ginasta [Impressão digital em papel]





 1


Alair Gomes
Valença, Rio de Janeiro
Tríptico na Praia n. 3 [1] e Tríptico na praia n. ? [acima]

1
2
3
4

Ilene Segalove
Los Angeles, Estados Unidos
History of the American 20th Century - 1981
[1-4 - fragmentos]
1
2

Ciudad Abierta
Valparaiso, Chile
[1-2 > fragmentos]






Waldemar Cordeiro
Série Parque infantil Clube Espéria




Ed Hirose
Lima, Peru
Série Pozuzo [2000-2003]
79 fotografias [fragmentos]









Cadu
São Paulo, Brasil
Partitura, 2010-2011



Arthur Bispo do Rosário


 Associado ao brinquedo [1], à brincadeira [2], ao jogo e ao esporte, o “lúdico” tem como característica a espontaneidade, criatividade, alegria, prazer, fruição, presentes em práticas corporais diversificadas. Pode ser interpretado como uma manifestação cultural, inerente ao ser humano [não somente à cultura infantil], estando vinculado às práticas sociais, potencializando a existência humana e a sua comunicação com a realidade. A cultura lúdica tem sido extirpada da infância [e da vida adulta]. Da mesma forma, suas manifestações têm sido “controladas” e “confinadas” a tempos, espaços e práticas legitimadas e associadas ao consumo pela indústria cultural. Como a arte contemporânea pode resgatar a dimensão do lúdico na vida cotidiana [até mesmo no processo criativo]? Visitando a 30a Bienal de Arte Contemporânea, em São Paulo, me deparei com alguns trabalhos que utilizaram o brinquedo, a brincadeira, o jogo e o esporte como tema [central ou secundário], resgatando um pouco da ludicidade necessária. Seguem as imagens...


[1] Objeto com dimensão material, suporte da brincadeira, que estimula o imaginário.

[2] Ação que a criança desempenha sobre o brinquedo.

22 de agosto de 2012

Montagem "EXPERIÊNCIA PINTURA", EAV/RJ


Seleção de trabalhos para montagem

Galeria EAV/RJ - Esq. > Dir.: Viviane Teixeira, Fabiano Devide, Betelhem Makkonen, Gabriela Simões.


21 de agosto de 2012

Abertura da Coletiva "EXPERIÊNCIA PINTURA"


A exposição coletiva "Experiência Pintura", terá abertura nesta Sexta-feira, dia 24/8, às 19h, nas galerias 1 e 2 do Hall da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), no Rio de Janeiro. Com curadoria de Suzana Queiroga, a exposição demarca o momento atual do processo de investigação de dez artistas, alunos/as do curso "Experiência Pintura II", do módulo de desenvolvimento da EAV. Estarei apresentando pela primeira vez duas pinturas em grande formato da Série "Janelas", que venho desenvolvendo a partir de pequenos desenhos que foram expostos em 2012 na Coletiva "Afinidades: a escolha do artista", na Caza_Arte Contemporânea [RJ]; e nos Salões 18 Unama de Pequenos Formatos, Galeria Graça Landeira [PA]; e 42 Novíssimos, Galeria IBEU [RJ].


Montagem, EAV, 20.08.12.


Segundo Caderno, O Globo, 20.08.12



8 de agosto de 2012

Texto sobre processo no site da Coletiva "Experîência Pintura" - EAV/Pq. Lage

Janelas abertas - por Fabiano Devide <http://experienciapintura.blogspot.com.br/> 


“O silêncio é a “respiração” (o fôlego) da significação; um lugar de recuo necessário para que se possa significar (...). Reduto do possível, do múltiplo, o silêncio abre espaço para o que não é “um”, para o que permite o movimento do sujeito. (...) não é mero complemento da linguagem. Ele tem sua própria significância. (...) é garantia do movimento dos sentidos. Sempre se diz a partir do silêncio”(ORLANDI, E. P. As formas do silêncio: do movimento dos sentidos. Campinas: Unicamp, 2002. p. 13;23)
Série Silêncios
S/ Título
Acrílica s/ tela
50 x 50 cm
2011

A investigação atual surgiu a partir da série “Silêncios” [2011], que trouxe novas interrogações e indicou aberturas, pois a relação entre corpo, práticas corporais e masculinidades, na qual minha produção vinha se debruçando, modificou-se em vários aspectos: o surgimento de imagens provenientes de fora do contexto das práticas corporais, as imagens estáticas e passivas, assim como a atmosfera silenciosa, reflexiva e introspectiva. 

A partir daí, meu processo costuma iniciar com trabalhos de pintura sobre papel em pequeno formato. O uso do papel como suporte tem servido como processo, via de apropriação, aprofundamento, negociação, interpretação daquilo que passou a ser o fio condutor da investigação: o “silêncio”.
Série Janelas
S/ Título
Impressão de carbono e guache s/ papel
32 x 44 cm
2012

A pintura sobre o papel ocasionou o surgimento de outra série – “Janelas” – a qual tenho apresentado este ano em diferentes espaços e que estará na coletiva “Experiência Pintura”. O processo tem o “silêncio” e sua possibilidade de produção de sentidos, como fio condutor, a partir do qual a série “Janelas” tem sido um desdobramento.

De imagens garimpadas no ambiente virtual, passei a produzir as próprias fotografias daquelas cenas que me impactam em algum fragmento do cotidiano, geralmente em viagens. A partir daí, desloco o personagem que “congelei” na imagem fotográfica para uma caixa, cuja arquitetura opressora, fria e silenciosa o aprisiona, num tempo de desaceleração, contemplação e espera.
     
 
Estudo para Série "Janelas"
[Detalhe]
Acrílica s/ papel
100 x 140 cm
2012
Os anônimos personagens captados originalmente na fotografia são transferidos para o papel parcialmente, através de uma impressão por carbono, como “esboços” de um estado de vazio existencial. Por isso, opto por não preenchê-los com tinta, pigmento [ou conteúdo]. Posiciono as janelas – azuis - em diferentes planos, com vistas a estabelecer um diálogo entre dentro/fora, como “frestas” por onde entra [ou sai] aquilo que este personagem aguarda sem pressa, diante desta janela aberta.


por Fabiano Devide, Rio, agosto, 2012.

7 de agosto de 2012

Mostra Artística VI Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero - UFBA/Salvador

O VI Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero, ocorrido na Universidade Federal da Bahia, em Salvador, organizou uma "Mostra Artística", onde artistas apresentaram trabalhos em diferentes suportes, como pintura, instalação, vídeo e performance, que abordassem questões de gênero em diferentes áreas do conhecimento.

Na ocasião, apresentei quatro trabalhos da Série "Lutadores" [2010-2011], em guache sobre papel, tamanhos 34x47cm. Esta sérier foi elaborada a partir de um projeto desenvolvido no curso Módulo de Pintura II, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e aborda as relações entre corpo, gênero e masculinidades nas práticas corporais. Um conjunto dessas obras foi apresentada na exposição individual "Híbridos" [2011].